Mais de 80 estudantes do Experimental Integrado participaram de uma competição saudável de fomento ao pensamento computacional no ambiente escolar.

Desenvolver jogos eletrônicos é desafiador, mas pode ser divertido e trazer diversos conhecimentos enriquecedores — especialmente para crianças. Além de habilidades como pensamento computacional e raciocínio lógico, atividades do tipo permitem aos participantes entrar em contato com princípios de programação, design thinking, empreendedorismo, trabalho em equipe e comunicação.


No Experimental Integrado, a segunda edição do Good Game, a maior competição de desenvolvimento de jogos eletrônicos de São João da Boa Vista, reuniu 89 estudantes dos 7º e 8º Anos divididos em 31 equipes. O objetivo era aprender os fundamentos da programação para criar um jogo em equipe, disponibilizá-lo para teste e conquistar o maior número de votos de colegas na grande final, realizada no colégio na manhã da última segunda-feira (23).


“É um trabalho excepcional. As crianças se integram e procuram exercitar a criatividade, além de trabalhar com a tecnologia”, explica a diretora-geral do Experimental Integrado, Cecília Perez. “Tudo isso faz com que tenham um desenvolvimento cognitivo muito bom e estejam mais preparados para o mundo”.


Para os estudantes, foi uma oportunidade de aprender na prática com metas definidas. “Eu estou muito feliz, nunca tinha vivido uma experiência assim”, diz a estudante Vitória Lusvarghi, integrante da equipe vice-campeã do Good Game. “É divertido programar para aprender coisas novas e desencadear novos talentos”, conclui.


Segundo o estudante Murilo Balieiro, foi muito divertido, apesar do prazo desafiador. Ele vê benefícios para o futuro. “A vantagem é que a gente aprende. Já vamos ter dado um grande passo para conseguir desenvolver um projeto no trabalho”, exemplifica. “É uma grande oportunidade, algo bem legal de se ter na escola”.




Aprendizado significativo

Os professores organizadores do Good Game destacam a necessidade de buscar soluções para problemas reais como um diferencial para o aprendizado. “É uma proposta que faz os estudantes se engajarem”, afirma o Prof. Rodrigo Bibbo. “Projetos são importantes dentro da nossa sociedade; trazer isso para o ambiente escolar, fazer com que consigam produzir bons jogos, mostra e valida tudo aquilo que a gente acredita para a educação”.


O uso de habilidades organizacionais também é estimulado. “A gente trabalhou muito a questão da organização e da responsabilidade entre eles, além da parte tecnológica”, ressalta o Prof. Matheus Giglio. “Eles vão utilizar isso na vida adulta, vai ser muito importante — além, claro, de estimular o empreendedorismo: terem a ideia e colocar em prática”.


A realização do Good Game foi feita pelo Experimental Integrado em parceria com a startup educacional Good Inventor e a loja de acessórios para celulares Master. “São os parceiros que nos tornam grandes; nesse caso, o Experimental Integrado, a Good Inventor e nosso patrocinador Master Acessórios não mediram esforços para fazer com que os estudantes pudessem criar os jogos mais incríveis — e tudo isso dentro de um ambiente escolar”, ressalta Rodrigo Bibbo.





Equipes vencedoras

Confira os vencedores da segunda edição do Good Game do Experimental Integrado:


1º LUGAR (13,9% dos votos)

Equipe: 8-Bit

Integrantes: Vinícius Ishida, Gabriel Broek, Bruno Martins


2º LUGAR (8% dos votos)

Equipe: Rainhas no Good Game

Integrantes: Isadora Tofanin , Rafaella Teixeira, Vitória Lusvarghi


3º LUGAR (7,48% dos votos)

Equipe: Código Mestre

Integrantes: Lucas Tavares, Breno Daroz, Luca Giordano